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Fim das ajudas públicas acaba com a Malev
A obrigação de devolver 300 milhões de euros de ajudas estatais representou o golpe final para a companhia de bandeira húngara.
A Malev foi por várias vezes privatizada, e foi precisamente num desses períodos, entre 2007 e 2010, que recebeu o financiamento público agora condenado pela Comissão Europeia. As ajudas foram, aliás, baldadas, porque o Estado húngaro viu-se obrigado a retomar a companhia em Fevereiro de 2010.
A companhia húngara, com 2 600 funcionários, assegurava actualmente cerca de 40% do tráfego no aeroporto de Budapeste.
Informações vindas a público nos últimos dias davam conta da existência de negociações com vários interessados, entre os quais avultava o nome da Turkish Airlines. Mas o problema das ajudas de Estado terá fracassado os contactos.
No início da semana também a Spanair declarou a falência, depois da Qatar Airways ter desistido de comprar uma posição de 49% no capital, também com receio de ter de devolver as ajudas públicas.
Tal como aconteceu em Espanha, também na Hungria, na ressaca da falência da Malev, várias companhias perfilaram-se de imediato para lucrar com o fim da companhia, entre elas a “omnipresente” Ryanair.
03/02/2012
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